sexta-feira, 16 de outubro de 2009

AVIAÇÃO REGIONAL NA AMAZÔNIA



Governadores de estados da Amazônia pedem incentivos para aviação regional


Para estimular o trânsito aéreo de moradores dos estados da Amazônia dentro da própria região, os governadores do Acre, do Amapá, do Amazonas, de Mato Grosso, do Maranhão, do Pará, de Rondônia, de Roraima e do Tocantins vão pedir ao governo federal apoio para a definição de uma política de aviação regional.

Segundo o governador do Amapá, Waldez Góes, além dos altos preços cobrados pelos voos entre as cidades amazônicas, não há voos diretos para algumas delas, apesar da proximidade.

De Manaus para Macapá, por exemplo, obrigatoriamente, o passageiro tem de fazer uma conexão em Belém, ou, dependendo do voo, até em Brasília, antes de chegar ao destino.

“Isso cansa o passageiro e o desgasta muito durante a viagem. Além disso, os altos preços inviabilizam o turismo em muitas áreas da Amazônia”, destacou.

Góes disse à Agência Brasil que uma das ideias é reduzir os preços das passagens de avião que, em alguns casos, entre cidades de um mesmo estado, chegam a ser mais altos que os dos voos entre as capitais desses estados e outras regiões do país. O governador sugeriu também o uso de aviões menores, para redução de custos, e a criação de novas linhas.

A proposta para definição de uma política de aviação regional voltada para a Amazônia foi um dos temas de hoje em Macapá, durante o 6º Fórum de Governadores da Amazônia Legal. O evento é o último do ano entre os governadores da região para alinhar os assuntos que os estados da Amazônia querem apresentar, por meio do governo brasileiro, na conferência das partes (COP-15), em dezembro, em Copenhague.

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