quarta-feira, 3 de novembro de 2010

DESMATAMENTO E DEGRADAÇÃO NA AMAZÔNIA

O Imazon divulga o boletim com dados sobre desmatamento e degradação na Amazônia Legal em setembro de 2010.

Em setembro de 2010, o SAD detectou 170 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal. Isso representou uma redução de 21% em relação a setembro de 2009 quando o desmatamento somou 216 quilômetros quadrados.

O desmatamento acumulado no período de agosto de 2010 a setembro de 2010 totalizou 380 quilômetros quadrados. Em comparação com o período anterior de agosto 2009 a setembro 2009 quando o desmatamento somou 489 quilômetros quadrados houve redução de 22%.

Em setembro de 2010 cerca de 48% do desmatamento ocorreu em Mato Grosso. O restante ocorreu no Pará (18%) seguido de Rondônia (14%), Amazonas (11%), Acre (7%), Roraima (1%) e Tocantins (1%).

O desmatamento acumulado no período de agosto de 2010 a setembro de 2010 resultou no comprometimento de 6 milhões de toneladas de C02 equivalentes, as quais estão sujeitas a emissões diretas e futuras por eventos de queimadas e decomposição. Isso representa uma redução de 25% em relação ao período anterior (agosto de 2009 a setembro de 2009) quando o carbono florestal afetado pelo desmatamento foi cerca de 29 milhões de toneladas de C02 equivalente.

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 500 quilômetros quadrados em setembro de 2010. Em comparação com o período anterior de setembro de 2009 houve um aumento de 141% quando a degradação florestal somou 202 quilômetros quadrados. A degradação florestal ocorreu principalmente em Mato Grosso (85%).

A degradação florestal acumulada no período de agosto de 2010 a setembro de 2010 totalizou 2.055 quilômetros quadrados. Isso representou um aumento extremamente expressivo (213%) em comparação com o período anterior (agosto de 2009 a setembro de 2009) quando a degradação florestal somou 657 quilômetros quadrados.

Em setembro de 2010, foi possível monitorar com o SAD 83% da área com cobertura florestal na Amazônia Legal.

Para ter acesso ao boletim de dados na íntegra, clique aqui.

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