sexta-feira, 3 de maio de 2013

LABORATÓRIO DE ARQUEOLOGIA CURT NIMUENDAJÚ

UFOPA inaugura novas instalações do Laboratório de Arqueologia Curt Nimuendajú

As arqueólogas, Dra. Lilian Rebelatto, Dra. Denise Schaan e o 
reitor da UFOPA, Dr. José de Seixas Lourenço no ato de inauguração do Laboratório

O curso de arqueologia da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) acaba de ganhar um novo espaço destinado a pesquisas. Inaugurada no dia 30 de maio, as novas instalações do Laboratório Curt Nimuendajú, localizado às margens do rio no Campus Tapajós, o Laboratório representa o esforço da instituição para dotar pesquisadores e alunos de condições de trabalho de análise e salvaguarda de todo material arqueológico oriundo de escavações na região. Na ocasião, foi apresentada uma exposição temporária de material arqueológico lítico e cerâmico, provenientes de escavações realizadas na região do baixo Tapajós. Também foi inaugurada a exposição “Azulejos dos Tapajó”, com telas de Luciana Leal Cavalcante inspiradas nos ornamentos de peças arqueológicas de Santarém.

A cerimônia teve a participação do reitor José Seixas Lourenço, de secretários municipais de Santarém, da superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) no Pará, Dorotéa Lima, da coordenadora do Programa de Pós-graduação em Antropologia da Universidade Federal do Pará (UFPA), Denise Schaan, pró-reitores e diretores da UFOPA, professores e pesquisadores da Universidade e de outras instituições.

A comunidade acadêmica, autoridades locais e pesquisadores 
de outras instituições prestigiaram o evento 

Para a coordenadora do Laboratório Curt Nimuendajú, Profa. Dra. Lílian Rebellato, o laboratório representa “um avanço significativo na melhoria da infraestrutura, no desenvolvimento de pesquisas dos estudantes de iniciação científica e de trabalhos voluntários e um espaço para pesquisa, discussão e troca de ideias científicas”.  A pesquisadora lembra que o laboratório não irá beneficiar apenas estudantes do curso de Arqueologia: “É importante lembrar que a arqueologia é interdisciplinar, que dialoga com várias outras ciências. Os alunos de outros institutos que queiram desenvolver trabalhos interligados vão encontrar as portas abertas aqui, com orientação, coorientação ou simplesmente como colaboradores”, disse.

A coordenadora do novo Laboratório, Dra. Lilian Rebelatto e o 
diretor do Instituto de Ciências da Sociedade, Dr. Jarsen Guimarães,
 diante dos painéis da exposição "Azulejos dos Tapajó", 
da artista plástica Luciana Leal

Sobre Curt Nimuendajú – O nome do laboratório é uma homenagem ao etnólogo alemão Curt Unkel, que chegou ao Brasil em 1903 e atuou como indigenista, recebendo o nome Nimuendaju da tribo Ñandeva-Guarani. Foi o primeiro pesquisador a identificar sítios de terra preta na região de Santarém.

Um comentário:

Anônimo disse...

Congratulo o dileto e dinâmico Ed, pelo Amazônia em Foco, e a dedicação incansável as causas amazônicas.
Romolo San Payo

National Geographic POD